Criacionismo – O Design Inteligente


Como a Bíblia chegou até nós? E da maneira como chegou, é confiável?
Abril 15, 2009, 1:23 pm
Filed under: Evidências Bíblicas

A questão de quais livros pertencem à Bíblia é chamada de questão canônica. A palavra cânon significa régua, vara de medir, regra, e, em relação à Bíblia, refere-se à coleção de livros que passaram pelo teste de autenticidade e autoridade. Significa ainda que esses livros são a nossa regra de fé e vida.

Mas, como foi formada esta coleção, adequadamente chamada de Bíblia?

• Os Testes de Canonicidade

Em primeiro lugar é importante lembrarmos que certos livros já eram canônicos antes de qualquer teste lhes ser aplicados. Isto é como dizer que alguns alunos são inteligentes antes mesmo de se aplicar neles qualquer prova? Os testes apenas provam aquilo que já existe.

Os diversos concílios eclesiásticos reconheceram certos livros como sendo a Palavra de Deus e, com o passar do tempo, aqueles assim reconhecidos e profundamente analisados quanto a sua coerência e autenticidade, foram colecionados para formar o que hoje chamamos Bíblia.

E que testes foram aplicados o longo dos séculos?

(1) Havia o teste da autoridade do escritor. Em relação ao Antigo Testamento, isto significava a autoridade do legislador, ou do profeta, ou do líder em Israel. No caso do Novo Testamento, o livro deveria ter sido escrito ou influenciado por um apóstolo para ser reconhecido. Em outras palavras, deveria ter a assinatura ou a aprovação de um apóstolo. Pedro, por exemplo, apoiou a Marcos, e Paulo a Lucas.

(2) Os próprios livros deveriam dar alguma prova intrínseca do seu carácter peculiar, inspirado e autorizado por Deus. O seu conteúdo deveria demonstrar ao leitor como algo diferente de qualquer outro livro, por comunicar a revelação de Deus.

(3) O veredicto das igrejas quanto à natureza canónica dos livros era importante. Na verdade, houve uma surpreendente unanimidade entre as primeiras igrejas quanto aos livros que mereciam lugar entre os inspirados. Embora seja fato que alguns livros bíblicos tenham sido recusados ou questionados por uma minoria, nenhum livro da Bíblia, cuja autenticidade tenha sido questionada por um grande número de igrejas, veio a ser aceito posteriormente como parte do cânon.

• A Formação do Cânon

O cânon da Escritura estava a formar-se, é claro, à medida que cada livro era escrito, e completou-se quando o último livro foi terminado. Quando falamos da “formação” do cânon estamos realmente a falar do reconhecimento dos livros canônicos. Esse processo levou algum tempo. Alguns estudiosos afirmam que todos os livros do Antigo Testamento já haviam sido colecionados e reconhecidos por Esdras, no quinto século a.C. As referências nos escritos do historiador Flávio Josefo (95 A.D.) indicam a extensão do cânon do Antigo Testamento como sendo os 39 livros que conhecemos e aceitamos hoje.

Quando Jesus acusou os escribas de serem culpados da morte de todos os profetas que Deus enviara a Israel, desde Abel até Zacarias (Luc.11:51), Ele, desta forma, delimitou o que considerava ser a extensão dos livros canônicos. O relato da morte de Abel está no primeiro livro, Gênesis; o da morte de Zacarias em II Crônicas, que é o último livro da disposição da Bíblia hebraica. Assim sendo, é como se Jesus tivesse dito: “A culpa de vocês está registrada em toda a Bíblia, de Gênesis a Malaquias”. É interessante que Jesus nunca fez referência a nenhum dos livros chamados apócrifos, que já existiam no seu tempo, uma vez que os fatos neles relatados ocorreram no período intertestamentário, quase 200 anos antes de Seu nascimento.

Os primeiros concílios eclesiásticos a reconhecerem todos os 27 livros do Novo Testamento foi o de Hipona e o de Cartago, em 397 d.C. Alguns livros do Novo Testamento, individualmente, já haviam sido reconhecidos como canônicos muito antes disso (II Ped. 3:16; I Tim. 5:18), e a maioria deles foi aceita como canônicos no século posterior ao dos apóstolos, embora alguns como Hebreus, Tiago, II Pedro, II e III João e Judas tivessem sido debatidos durante algum tempo. A seleção do cânon sagrado foi um processo que continuou até que cada livro provasse o seu valor, passando pelos testes de canonicidade.

Os 12 livros chamados apócrifos do Antigo Testamento jamais foram aceitos pelos judeus ou por Jesus. Eles eram respeitados, mas não foram considerados como Escritura Sagrada. Eles chegaram a ser incluídos na tradução grega chamada Septuaginta, produzida cerca de 300 anos antes de Cristo. Jerônimo (420-340 a.C.) fez uma distinção entre esses livros e os canônicos, chamando-os de eclesiásticos, e essa distinção acabou por conceder-lhes uma canonicidade secundária. Os Reformadores também os rejeitaram. Em algumas versões protestantes dos séculos XVI e XVII, os apócrifos foram colocados à parte.

• O Texto Bíblico que Conhecemos é Confiável?

Os manuscritos originais do Antigo Testamento e suas primeiras cópias foram escritos em pergaminho ou papiro, desde o tempo de Moisés (1450 a.C.) e até o tempo de Malaquias (425 a.C.). Até a sensacional descoberta dos Rolos do Mar Morto, em 1947, não possuíamos cópias do Antigo Testamento anteriores a 895 d.C. A razão disto acontecer era a veneração quase supersticiosa que os judeus tinham pelo texto, e que os levava a enterrar as cópias, à medida que ficavam gastas demais para uso regular.

Na verdade os Massoretas, ou tradicionalistas, que acrescentaram os acentos e transcreveram a vocalização das palavras hebraicas, aproximadamente entre 500 e 1500 d.C., padronizando em geral o texto do Antigo Testamento, engendraram maneiras sutis de preservar a exatidão das cópias que faziam. Verificavam cada página cuidadosamente, contando a letra média de cada página, livro e divisão. Devemos muito a estes religiosos detalhistas, em relação à veracidade do que hoje conhecemos. Alguém disse que qualquer coisa numerável era numerada por eles.

Quando os Manuscritos do Mar Morto foram descobertos, trouxeram à luz um texto hebraico datado do segundo século a.C., com todos os livros do Antigo Testamento, menos o de Ester. Essa descoberta foi extremamente importante, pois forneceu um instrumento muito mais antigo para verificarmos a exatidão do Texto Massorético, que se mostrou extremamente exato.

Outros instrumentos antigos de verificação do texto hebraico incluem a Septuaginta, os targuns aramaicos (paráfrases, comentários e citações do Antigo Testamento), referência em obras de autores cristãos da antiguidade, a tradução latina de Jerônimo (a Vulgata, 404 d.C.), feita diretamente do texto hebraico corrente em sua época. Todas essas fontes nos oferecem dados que asseguram um texto extremamente exato do Antigo Testamento.

Em relação ao Novo Testamento, mais de 5.000 manuscritos dele existem ainda hoje, o que o torna o mais bem documentado dos escritos antigos. Além de existirem muitas cópias do Novo Testamento, muitas delas pertencem a uma data bem próxima à dos originais. Há aproximadamente 75 fragmentos de papiro datados desde 135 d.C., até o oitavo século, possuindo partes de 25 dos 27 livros do Novo Testamento, num total de 40% do texto total.

As muitas centenas de cópias feitas em pergaminho incluem o grande Códice Sinaítico (quarto século), o Códice Vaticano (também do quarto século) e Códice Alexandrino (quinto século). Além disso, há cerca de 2.000 lecionários (livretos de uso litúrgico que contêm porções das Escrituras), mais de 86.000 citações do Novo Testamento nos escritos dos chamados Pais da Igreja, antigas traduções como a latina ou Ítala, a siríaca e a egípcia, datadas do terceiro século, e a versão latina de Jerônimo. Todos esses dados, mais o trabalho feito pelos estudiosos da paleografia, arqueologia e crítica textual, nos asseguram possuirmos um texto exato e fidedigno do Novo Testamento.

No entanto, o que realmente nos dá a certeza de que a Bíblia contêm o pensamento inspirado por Deus a homens escolhidos para esse fim, é o poder que suas verdades possuem. É impossível ler a Bíblia com sinceridade e oração sem ser tocado pela força de suas palavras. A maneira miraculosa como essas verdades atravessaram os séculos e chegaram até nós, transformando vidas, modificando costumes, abrandando corações, trazendo conforto, felicidade e paz de espírito a quem as lê, nos dão a certeza de que Deus nos fala através das suas páginas.

“Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.” Gálatas 1:8



Adauto Lourenço
Março 25, 2009, 2:51 pm
Filed under: 1

Apresento-vos Adauto Lourenço, o grande Responsável pelo Criacionismo no Brasil. Formado em Física pela Bob Jones University, USA. Mestrado em Física Nuclear pela Clemson University, USA. Pesquisador responsável em Sistemas de Imagem de Estruturas Atômicas (Oak Ridge National Laboratory), é membro da American Physics Society, EUA e pesquisador em Trocas de Energia em Nível Atômico (Max Planck Institut für Stromunsgsforchung, Alemanha).
Uma das características mais marcantes de prof. Adauto Lourenço tem sido a sua habilidade em transmitir conceitos difíceis da Ciência de uma forma compreensível e agradável, para públicos de várias idades e de diferentes níveis de conhecimento.



Homo Erectus… Afinal não era assim tão amacacado.
Março 13, 2009, 6:38 pm
Filed under: Evolução/Ciência

No Quénia, foram encontradas pegadas humanas, “datadas” com cerca de 1,5 milhões de anos. Pegadas essas que revelam que o modo de andar e os pés dos primeiros hominídeos, já eram bem semelhantes aos do ser humano moderno.

As pegadas apresentam sinais de dedos pronunciadamente arqueados, curtos e alinhados, que diferem de pegadas mais antigas. O tamanho e o espaçamento entre as pegadas reflectem a altura, o peso e o modo de caminhar do ser humano moderno. John Harris, paleoantropólogo da Universidade de Rutgers, em Nova Jersey, disse que dada a sua idade, as pegadas pertencem, muito provavelmente, ao Homo erectus.

Outra característica fundamental, descoberta com a série de pegadas, é como o Homo erectus andava. Há indícios de um grande peso no calcanhar, transferido em seguida para o canto externo do pé, progredindo para a parte interna e terminando com a elevação dos dedos. “Isto é muito sintomático do estilo moderno de andar“, disse Matthew Bennett, da Universidade de Bournemouth, na Inglaterra.

Isto não é nada escandaloso para os evolucionistas, visto que eles assumem que a sua teoria desenvolve-se de acordo com os factos que encontram. Numa visão mais prática, não é nada assim… Não há provas sucintas que houve macro-evolução, mas eles defendem-na com unhas e dentes.

Em conclusão… É mais uma prova que os senhores a quem os evolucionistas chamam de homo erectus, tinham todas as condições e inteligência para ser um ser humano moderno.

O cientista evolucionista é escravo dos métodos de datação, mesmo quando estes mostram que não houve evolução durante os longos milhões de anos que os evolucionistas dizem ter decorrido.

“O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.” Probérvios 1:7

(Para quem comentou a dizer “será msm verdade”, podem ver aqui a notícia. E este mesmo estudo, foi publicado na célebre Revista Science.)



A Experiência
Março 13, 2009, 6:08 pm
Filed under: Evolução/Ciência, Pensamentos/Desabafos

Na sala onde se realizava a experiência, reinava o silêncio…
Vários cientistas rodopiavam atarefados de volta de uma espécie de cubo que parecia conter algo incandescente dentro. De vez em quando, olhavam para o público e sorriam. Passado algum tempo, um deles, certamente o chefe, vira-se para audiência e afirma, congratulando-se:

” Conseguimos! Recriando o que se pensa terem sido as condições de temperatura e pressão dos primeiros tempos do nosso planeta, conseguimos mostrar que as rochas graníticas que formam a terra se podem ter formado ao longo de milhões e milhões de anos, tal como as teorias evolucionistas prevêem. Não há dúvidas…
A Teoria da evolução deu hoje um grande passo em frente com esta descoberta! “

Como é óbvio, o público aplaudiu o trabalho destes “cientistas”. No início, algumas pessoas não acreditavam muito no sucesso daquela experiência, mas lá iam batendo palmas…

Então uma pessoa levanta-se:

- Eu tenho uma pergunta…
Peço desculpa, sou um leigo em ciências…
Portanto, os senhores mostraram um cenário de como a Terra se poderá ter formado com essa maquete, certo?
- Sim, exactamente. Demonstrámos o que muitos cientistas acreditam ser o cenário mais provável. Nesta maquete tudo se foi formando conforme devia para que a Terra se formasse e se tornasse tal como hoje a conhecemos. Lentamente, muito lentamente e não em seis dias, nem nada do género… Qual era então a pergunta?
- Então, quando a Terra foi mesmo formada, de acordo com o vosso modelo, quem é que vocês acham que controlava a maquete?




No Princípio…
Março 11, 2009, 2:27 pm
Filed under: Pensamentos/Desabafos


Este blogue abordará as grandes questões da Ciência, As Origens do Universo. O Criacionismo é uma teoria que tem vindo a confrontar o Evolucionismo de uma maneira inteligente, permitindo refutar variadíssimas evidências que foram construídas através da teoria de Darwin. Descartar pressupostos, desmantelar mentiras evolucionistas, abalar a Macro-Evolução… São algumas das coisas que irão ser abordadas neste blogue.

“No princípio criou Deus os Céus e a Terra.” Génesis 1:1




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